Me sinto como em um conto no qual o autor me presenteia com um óbolo, mas o narrador não me deixa abrir a caixa e muito menos narra os fatos reais para que eu me situe. Balbucio, mas o narrador continua me martirizando e o autor não se interpõe, dizendo que ao fim tudo saberei e então tudo entenderei.
Nem tudo é fantasia. Menos ainda a poesia. Escrever, minha maior alegria. Meus cadernos mais bonitos, meus diários. Com eles desabafo, eles sabem tudo que sinto. Pois pra eles nunca minto.
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