Sobre mim

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Me sinto como em um conto no qual o autor me presenteia com um óbolo, mas o narrador não me deixa abrir a caixa e muito menos narra os fatos reais para que eu me situe. Balbucio, mas o narrador continua me martirizando e o autor não se interpõe, dizendo que ao fim tudo saberei e então tudo entenderei.

sábado, 30 de julho de 2011

Quem  é você?
Sou a irmã da tranqüilidade
Prima da honestidade,
Odeio a intriga
E Não falo com a falsidade,
Passo longe do egoísmo
Amo a sinceridade.
Sabe que sou?
Sou a verdade.
(Autor desconhecido)

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